<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><?xml-stylesheet type='text/xsl' href='http://cassiafiletti.spaces.live.com/mmm2008-07-24_12.50/rsspretty.aspx?rssquery=en-US;http%3a%2f%2fcassiafiletti.spaces.live.com%2ffeed.rss' version='1.0'?><rss version="2.0" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:msn="http://schemas.microsoft.com/msn/spaces/2005/rss" xmlns:live="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/" xmlns:cf="http://www.microsoft.com/schemas/rss/core/2005" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>Cássia Filetti</title><description /><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/</link><language>en-US</language><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 16:27:12 GMT</pubDate><lastBuildDate>Wed, 20 Aug 2008 16:27:12 GMT</lastBuildDate><generator>Microsoft Spaces v1.1</generator><docs>http://www.rssboard.org/rss-specification</docs><ttl>60</ttl><live:identity><live:id>4708753900421829527</live:id><live:alias>cassiafiletti</live:alias></live:identity><image><title>Cássia Filetti</title><url>http://byfiles.storage.live.com/y1pyMdf3zvmZ5erD5W8bO9UHRFb80-IQc-yWAe-SVZ0dafZElKTWH9FG1h7xBdP11bo</url><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/</link></image><cf:listinfo><cf:group ns="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" element="typelabel" label="Type" /><cf:group ns="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" element="tag" label="Tag" /><cf:group element="category" label="Category" /><cf:sort element="pubDate" label="Date" data-type="date" default="true" /><cf:sort element="title" label="Title" data-type="string" /><cf:sort ns="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" element="comments" label="Comments" data-type="number" /></cf:listinfo><item><title>Assédio é vilão dos escritórios. Veja se você já passou por isso</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1081.entry</link><description>&lt;p align=center&gt;&lt;img height=343 src="http://lh4.ggpht.com/cassiafiletti/SKGlUV7t65I/AAAAAAAADFs/sYeaGoD3BVs/assediomoral_blog_lazmuniz[1].JPG" width=400&gt; 
&lt;h1 style="margin:auto 0cm" align=left&gt;&lt;span style="font-size:12pt;font-family:Arial"&gt;O crescimento econômico, a competitividade e a pressão para produzir com qualidade e baixo custo trouxeram à tona um novo vilão dos tempos modernos: o assédio moral. Muitas vezes maquiada sob a forma de brincadeiras - uma vaia coletiva por não ter alcançado um objetivo, por exemplo -, a agressão reduz a produtividade das empresas, gera doenças emocionais e físicas e bombardeia as relações sociais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com o advogado trabalhista e previdenciário George Ellis Kilinsky Abib, algumas categorias sofrem mais com o assédio. &amp;quot;Os bancários e as mulheres têm se revelado as maiores vítimas. Isso em razão da pressão que a instituição exerce para que os empregados gerem lucros constantes&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Foi o caso de uma funcionária de um banco do setor privado. Após voltar de uma licença de 180 dias por conta do diagnóstico de Lesão por Esforço Repetitivo (LER), foi recebida pelo supervisor com palavras de hostilidade.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-size:12pt;font-family:Arial"&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm" align=center&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“Porque você não volta para o INSS? Com você, o banco só tem despesas&amp;quot;.&lt;/font&gt; &lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;font-family:Arial"&gt;Em junho deste ano, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) condenou o banco pagar R$ 150 mil à funcionária. Na decisão, publicada no último dia 28 de junho/2008, o TRT reconheceu que as práticas do banco foram de assédio moral no trabalho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A bancária - que pediu para não ter o nome divulgado - trabalhava na instituição desde 2000. Em 2005, precisou afastar-se por motivo de saúde e, quando voltou, em 2006, começou o pesadelo: foi colocada em uma mesa próxima à porta do banco, distante dos demais funcionários e era tratada com hostilidade pelo supervisor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font size=5&gt;&lt;b&gt;Na gaveta&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt; &lt;br&gt;Ela conta que já teve a assinatura em um documento falsificada, a gaveta com pertences pessoais e de trabalho remexida e, quando reclamava da dor por estar digitando, era chamada de &amp;quot;fresca&amp;quot;. O pior momento, segundo ela, foi quando recebeu uma carta de advertência do supervisor, após ter reclamado do episódio da gaveta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Instruída pelo sindicato a não assinar o papel, a bancária entrou com o processo e ganhou. &amp;quot;Na época, o gerente fazia reuniões e falava com os caixas: 'Vocês têm que vender. Se vocês não venderem, não servem para o banco'&amp;quot;, conta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A bancária diz que hoje muita coisa mudou no trabalho. O supervisor entrou em acordo com o banco e não trabalha mais na agência. Há também um novo gerente, que, segundo ela, tornou o ambiente mais leve. Lembrando-se do que sofreu, ela recomenda. &amp;quot;Não importa em qual empresa você trabalha, se você se sentir hostilizado, procure seus direitos&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=5&gt;Casos&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Indenizações por assédio moral são recorrentes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font size=5&gt;&lt;b&gt;Condenações&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;Justiça tarda, mas não falha.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=5&gt;1. Doação&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Um homem trabalhava como supervisor de uma grande empresa  e foi obrigado  a desistir de receber R$ 46 mil da empresa, após ganhar uma ação judicial. &amp;quot;A vítima foi 'aconselhada' a doar o dinheiro para uma fundação da empresa, sob pena de ser dispensado&amp;quot;. Ele doou, mas perdeu o dinheiro e o emprego. Então, recorreu à Justiça, que reconheceu o assédio e condenou a empresa a devolver-lhe a doação R$ 46 mil, além de outros R$ 50 mil, a título de danos morais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=5&gt;2. Coletivo&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;No início deste mês, a Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) entregou dois veículos à Superintendência Regional do Trabalho no Rio Grande do Norte, para uso em fiscalização. A doação faz parte de indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 1 milhão, prevista no acordo extrajudicial. A empresa também se comprometeu a não utilizar prática discriminatória contra seus empregados e realizar campanha sobre o assédio moral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=5&gt;Dicas&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;&lt;font size=5&gt;Junte provas&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Ônus. &lt;/b&gt;Segundo os advogados George Ellis Kilinsky Abib e Cleone Heringer, nos processos de assédio moral, a empresa em que ocorre o fato é quem paga o ônus. Veja alguns procedimentos que o trabalhador deve tomar:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Antes de tudo, procurar um advogado de confiança para, de forma reservada, ser orientado sobre o que fazer diante da situação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Anotar com detalhes todas as humilhações sofridas - dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dar visibilidade ao fato, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega ou representante sindical.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Exigir, por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao Departamento pessoal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Órgão prevê duas &amp;quot;décadas de mal-estar&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A violência moral no trabalho é um fenômeno internacional, segundo levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois, segundo a OIT e a Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do &amp;quot;mal-estar na globalização&amp;quot;, quando predominarão depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas às políticas neoliberais. Fonte: www.assediomoral.org.br&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=5&gt;Análise: Postura de vítima&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;font-family:Arial"&gt;&lt;br&gt;O assédio moral está relacionado à pressão de produzir mais e melhor. O trabalhador tem medo de perder o emprego e se submete à humilhação, às brincadeiras de mau gosto. Há casos de pessoas doentes que escondem a enfermidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para não manter o ciclo, o assediado nunca deve assumir uma postura de vítima. Isso só reforça o conflito. É necessário assumir as rédeas e adotar uma postura firme. Se a humilhação partiu de um colega que ocupa função semelhante, é preciso comunicar ao gestor imediato.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Caso a ofensa tenha partido do próprio chefe, uma conversa franca e direta pode resolver a questão. Se o problema persistir, é necessário buscar o setor de recursos humanos da empresa. Durante o conflito, é indicado construir novas alternativas de comunicação e manter o propósito dentro da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm" align=right&gt;&lt;span style="font-size:12pt;font-family:Arial"&gt;&lt;font size=1&gt;&lt;b&gt;Márcia Rezende -Psicóloga&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=5&gt;Veja os casos mais comuns&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font size=2&gt;Em um site de relacionamentos, são mais de 80 comunidades descrevendo situações de assédio moral. As histórias são distintas, mas as conseqüências, as mesmas: depressão, ansiedade e estresse. Abaixo, você lê algumas histórias:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma estudante de engenharia revela que a chefe já a obrigou a arrumar a sala dela, sob a ameaça de demissão caso a universitária se reporte ao superior. Ela conta ainda que sai do trabalho com pelo menos uma hora de atraso diariamente, já que a superiora repassa relatórios no fim do expediente para serem feitos para o mesmo dia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma trabalhadora relata que chegou a ser vigiada pelos colegas e depois foi colocada em uma sala distante de todos. A fase mais crítica foi quando apagaram todos os arquivos da pasta de trabalho. &amp;quot;Tive depressão, pânico. Tomei medicação controlada e fiquei afastada pelo INSS&amp;quot;, completa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma secretária bilíngüe conta que era obrigada a carregar pasta, participar de brigas familiares, colocar celular em tomada, servir água e cafezinho a toda hora e até mesmo digitar trabalhos de filhos de gestores. &amp;quot;Muitas vezes fui chamada de lerda incompetente, porque chorava no banheiro e não tinha coragem de revidar a um berro&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Um homossexual afirma que sofreu assédio por conta da opção sexual. O chefe dele ? Também homossexual ? Ao descobrir a orientação sexual começou a humilhá-lo na frente dos colegas. &amp;quot;Por  ele ter nível superior e eu médio, ele me humilhava e ameaçava, dizendo que eu ainda estava em estágio probatório&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entre outros insultos, uma trabalhadora do setor administrativo de uma empresa conta que foi chamada de mentirosa e mal-intencionada. As agressões foram feitas por e-mail, que ela pretende usar no processo judicial. &amp;quot;Meu superior me acusou ainda de ter 'bloqueado' o e-mail dele  porque um e-mail que ele me enviara retornou&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Depois de ficar afastada seis meses de um hospital onde trabalhava, uma funcionária pública conta que foi impedida pelo chefe de trabalhar em escalas no final de semana, período em que é possível receber uma bonificação por conta das horas extras. O motivo, segundo a chefe, eram as licenças médicas. &amp;quot;Mandaram-me pedir exoneração.&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm"&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;/font&gt; &lt;/h1&gt;
&lt;h1 style="margin:auto 0cm" align=right&gt;
&lt;p style="margin:auto 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;&lt;font size=1&gt;&lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/minuto_a_minuto/local/materia.php&amp;amp;cd_matia=8804" target="_blank"&gt;02/08/2008 - 18h19 (Fernanda Zandonadi - A Gazeta)&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+Ass%c3%a9dio+%c3%a9+vil%c3%a3o+dos+escrit%c3%b3rios.+Veja+se+voc%c3%aa+j%c3%a1+passou+por+isso&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Saúde e bem-estar</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1081.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1081.entry</guid><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 16:27:12 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1081/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1081.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-08-20T16:27:12Z</dcterms:modified></item><item><title>Violência Verbal no Trabalho</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1078.entry</link><description>&lt;p align=center&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:black;font-family:'Arial Narrow'"&gt;&lt;font color="#c00000" size=5&gt;&lt;strong&gt;Violência verbal no trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  
&lt;p align=center&gt;&lt;img style="width:69px;height:217px" height=144 src="http://lh4.ggpht.com/cassiafiletti/SKGlXxe_HxI/AAAAAAAADF8/k_9cXnR2Q7w/s144/viol%C3%AAncia verbal.jpg" width=75&gt;
&lt;p align=left&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Pessoas agressivas e violentas nas palavras fazem, parte do nosso quotidiano. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Desde o impaciente motorista de trânsito que nos insulta, até o cobrador da praça de pedágio que diz ao motorista, entre maus modos, que tínhamos obrigação de levar dinheiro trocado. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Mas, e quando aos mal-educados estão no nosso local de trabalho?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; 
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;O local onde trabalhamos deveria ser um sítio de realização profissional e pessoal. Um bom ambiente de trabalho é sempre muito importante para nos sentirmos bem com o que fazemos e darmos o máximo rendimento possível. Ninguém rende se não gostar daquilo que faz ou se sentir hostilizado pelas pessoas com quem trabalha.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Mas por vezes isto acontece e depende de nós o rumo que esse tipo de comportamento pode levar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Quando se começa um novo trabalho há, por vezes, pormenores que nos são estranhos e para os quais precisamos de alguma ajuda. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Ninguém é obrigado a saber tudo, aliás, não há ninguém que saiba tudo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Independentemente da razão que leva certas pessoas a serem mal-educadas para com os colegas, a verdade é que não há qualquer razão que justifique esse tipo de comportamento nem razão alguma que leve alguém a ser humilhado diariamente pelos colegas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Qual a melhor solução?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;O seu superior também serve para estas coisas e não só para o &amp;quot;afogar&amp;quot; em trabalho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Arranje um colega que seja testemunha da violência verbal a que você é sujeito e peça-lhe que testemunhe a seu favor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Estes casos não podem, nem devem ser escondidos porque quanto mais tempo você deixar arrastar este tipo de situação só se prejudica cada vez mais. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;O seu colega toma-o por fraco e a tendência é que ele seja cada vez mais agressivo e mal-educado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Faça-lhe frente e mostre que não deixa que façam de você saco de pancada mas não se rebaixe ao ponto de cair nos mesmos argumentos que o seu colega.&lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Mostre que é superior a este tipo de discussões. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Mas não deixe cair estas situações no esquecimento. Faça queixa do seu colega ao seu chefe e mostre que quando o contrataram para trabalhar não especificaram que teria de suportar este tipo de comportamentos porque de outra forma nunca teria aceite este emprego.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Se nada mudar, a decisão fica inteiramente nas suas mãos. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Ou se despede porque não está lá para ser constantemente mal tratado e vai em busca de outro emprego ou fica porque, apesar de tudo, gosta muito do que faz.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:16pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Lembre-se só que empregos há muitos, mesmo que por vezes não se consiga logo de primeira o emprego com que sempre sonhou e que nada compensa a violência verbal a que você é sujeito.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p style="text-align:center" align=center&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:22pt;color:black;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;Tenha orgulho em si mesmo e preserve a sua auto-estima.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:22pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+Viol%c3%aancia+Verbal+no+Trabalho&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Saúde e bem-estar</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1078.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1078.entry</guid><pubDate>Fri, 08 Aug 2008 14:48:34 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1078/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1078.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-08-12T15:05:13Z</dcterms:modified></item><item><title>Violência Verbal</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1077.entry</link><description>&lt;p align=center&gt;&lt;img height=375 src="http://samanthashiraishi.files.wordpress.com/2008/02/casal-discutindo.jpg" width=294&gt; 
&lt;div&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" size=4&gt;Você ficou sem entender bem o que aconteceu - conversou com uma pessoa que a tratou de maneirá ríspida, grosseira. Tentava provocá-la a todo instante, mas só você percebia. Não, você não está ficando paranóico, a violência verbal infelizmente existe e pode estar em qualquer lugar. A transgressão das regras verbais, um assunto que merece nossa reflexão, é invisível para muitos por não expor marcas físicas. Não obstante, as suas cicatrizes podem destruir vidas, se assim você for se deixar levar por elas. E ainda que passe socialmente despercebida e que seja tolerada para não romper estruturas, temos de discuti-la.&lt;br&gt;A violência verbal pode também estar camuflada, sendo mais comum do que podemos imaginar e a todo instante estamos sujeitos a recebê-las. E o que dizer da agressão verbal direta! Sabemos que as palavras tem poder para alegrar assim com tem poderes para machucar e são piores do que a agressão física, pois deixam marcas, as vezes, para sempre!&lt;br&gt;Na vida familiar as vezes é pouco reconhecida tornando assim comum entre o marido e a mulher, passando por seus filhos. Assim a violência praticada na fala, como usar palavras de baixo calão e falar com tom de voz elevado, em meio ao silêncio, sob domínio do medo, fragiliza as pessoas-agredidas. Embora esse tipo de agressão não tenha marcas evidentes, é tão grave quanto o ato físico. Temos de dizer um basta a esse tipo de atitude. Não basta chocar-mos-nos com atos de descriminação que incluem violência, principalmente as físicas, e horrorizarmo-nos com guerras, bombas, tiroteios e crimes hediondos e abandonarmos as agressões verbais.&lt;br&gt;Não, o mundo certamente será melhor quando cuidarmos para que nosso comportamento verbal reflita respeito pelo outro, permitindo diferenças individuais, quer nas opiniões, quer nas escolhas, traduzidas por elegante e civilzado discurso verbal.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+Viol%c3%aancia+Verbal&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Saúde e bem-estar</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1077.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1077.entry</guid><pubDate>Fri, 08 Aug 2008 14:35:32 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1077/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1077.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-08-08T14:35:32Z</dcterms:modified></item><item><title>Os 15 mandamentos do consumidor ético e consciente</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1067.entry</link><description>&lt;p align=center&gt;&lt;img style="width:657px;height:430px" height=1278 src="http://biorege.weblog.com.pt/arquivo/post_i_consciente.jpg" width=1897&gt; &lt;span style="font-size:10pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;font face="Comic Sans MS"&gt;&lt;font size=3&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;Fazendo a contraparte do consumismo irracional e alienado que financia flagelos como a destruição do meio ambiente, a exploração animal, o recrudescimento das desigualdades sociais, o desmonte moral e até a desarmonia familiar, o consumo ético vê-se cada vez mais em evidência nessa nossa realidade que vem sendo marcada pela gradual e parcial evolução de paradigmas, valores e morais. Um número notável e crescente de pessoas está enfim percebendo o quanto a humanidade está pesando, com seu hábito consumista, em cima da natureza e de si própria. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;Problemas ambientais, humanitários, morais, animais, sociais, etc. mostram a cada dia que cada um de nós deve tomar consciência tão logo para que nossa existência não continue sendo esse fardo insustentável para o planeta, para as pessoas mais sofridas e para os animais. &lt;b&gt;Ou ao menos sejamos um peso menor possível no planeta. &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;É impossível deixar de ser um consumidor desde quando a civilização começou a existir, mas é muito bem praticável adotar um consumo ético e consciente. É possível que continuemos sendo consumidores e ao mesmo tempo abandonemos o consumismo predatório e egoísta. Existe um grande número de ações possíveis para que adotemos o atributo de consumidores comprometidos com a responsabilidade de não contribuir com a degeneração do mundo. Quinze delas fazem-se mais evidentes e praticáveis na realidade brasileira e por isso estão aqui listadas&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;Pratique-as e será um consumidor compromissado com a concretização dos desejos de um planeta mais habitável e uma humanidade mais tolerável.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;1. Procure comprar apenas o que satisfizer suas necessidades.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Este mandamento soa como um insulto numa sociedade consumista e cultuadora dos “sonhos de consumo” como a nossa, mas, na visão de alguém que não engole o dogma cultural-econômico de que comprar e ter objetos caros e desnecessariamente luxuosos é mais valoroso do que ter itens equivalentes que satisfazem mais basicamente as necessidades, é não só necessário como ideal para que haja sustentabilidade. &lt;br&gt;Além de ser obviamente mais econômico e compensatório em todos os sentidos, diminui a chamada Pegada Ecológica, que é a contribuição individual ou familiar para o consumo global de recursos naturais e descarte de poluentes e lixo no ambiente, e nos insere numa séria e profunda reflexão sócio-filosófica sobre os malefícios trazidos pelo capitalismo como conhecemos hoje nos mais diversos âmbitos, podendo a mesma nos dar poderes de reformar muitos dos paradigmas predatórios atuais. O modo como esses poderes serão usados é um assunto para discussão coletiva entre quem aderiu ao consumo de priorização da necessidade. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;2. Participe de boicotes.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; &lt;br&gt;Num mundo movido por dinheiro, evitar comprar de empresas antiéticas é uma ação heróica, é a estratégia mais próxima da perfeição para promover uma punição eficaz contra elas. Se interrompermos o fluxo de dinheiro para corporações que promovem certos abusos, elas sentirão as conseqüências do desagrado gerado por sua atitude naquilo que lhes é mais sensível: o lucro, que permite seu crescimento e também sua existência. Uma vez que os podres da empresa foram publicamente escancarados pelos ativistas de boicote, a imagem institucional, sagrada para a índole de toda instituição, torna-se danificada e isso nenhuma corporação deseja – seu reconhecimento público como irresponsável abusiva ou criminosa é um veneno poderoso que lhe ameaça seriamente o faturamento. Assim sendo, boicotar é o ultimato mais poderoso e eficiente que se pode fazer a uma entidade praticante de atos abusivos, numa mensagem verbal ou não-verbal que geralmente assim consiste: &lt;b&gt;“Deixamos de comprar seus produtos ou serviços porque não gostamos de sua atitude no que concerne a [insira a causa abusada aqui]. Fechamos a torneira que enchia suas reservas vitais. Ou a empresa muda sua política em relação a [insira a causa abusada aqui] ou sofrerá danos profundos em sua imagem institucional e subseqüentes prejuízos financeiros que ameaçarão seus planos de desenvolvimento e talvez sua própria existência.”&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;O que não falta atualmente são causas para se boicotar determinadas empresas. E são muitas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;a)&lt;/b&gt; Violação de direitos humanos e trabalhistas: muitas corporações ainda insistem em desrespeitar direitos trabalhistas e super explorar seus empregados. A China é o país com mais ocorrências desse problema. Com abusos que vão desde o pagamento de baixos salários até disciplinamento anacronicamente cruel, espremem as forças e condições de seus funcionários para que produzam muito e, assim, tragam lucros super-altos para apreciação da cúpula diretora. Também existem empresas envolvidas com atitudes criminosas nos bastidores como ameaças dirigidas a pequenos agricultores e perseguição de ex-funcionários que denunciaram abusos internos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;b)&lt;/b&gt; Patrocínio de eventos de crueldade contra animais: touradas, rodeios e vaquejadas, apesar de serem atividades baseadas por definição no abuso, agressão e inflição de sofrimento contra touros, cavalos e ocasionalmente até bezerrinhos, são muito valorizados por muitas empresas em várias regiões do Brasil e do mundo. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;c)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; Testes de produtos em animais.&lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;d)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; Irresponsabilidade ambiental e cumplicidade em atos de degradação: entidades que o Greenpeace denuncia todos os anos. Multinacionais de agronegócio, gigantes petrolíferas, indústrias químicas, agroindústrias, produtoras de celulose... Os danos ambientais promovidos passam pelo desmatamento dos mais diversos ecossistemas – com destaque para florestas –, pela poluição massiva e rotineira da atmosfera, de massas d’água ou de extensões de solo e pelo descarte indiscriminado de lixo tóxico. Movimentos de boicote de causa ambiental infelizmente ainda são menos percebidos e conhecidos do que deveriam ser. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;e)&lt;/b&gt; Inclusão de fazendas griladas no fluxograma de produção: acontece muito no Brasil, com destaque para as regiões Norte e Centro-Oeste, o fato de que imensos pedaços de terra são obtidos por desmatamento e/ou roubo de pequenos agricultores por coação armada e falsamente legalizadas por documentos forjados. Fazendeiros donos dessas áreas costumam também empregar mão-de-obra escrava ou semi-escrava para a produção. Cegamente ou por má índole, diversas empresas alimentícias compram matéria-prima agropecuária desses lugares e permitem assim a viabilidade econômica da grilagem, o que gera a continuidade da prática desse crime agrário. A maioria dessas corporações também está envolvida nas já citadas políticas de irresponsabilidade ambiental. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;f)&lt;/b&gt; Boicote às Olimpíadas de Pequim: pelas mesmas razões que levam ao boicote de produtos “Made in China”, a edição 2008 dos Jogos Olímpicos está sendo muito visada por ativistas das mais diversas causas ao redor do mundo. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;g)&lt;/b&gt; Boicote aos EUA: há muito tempo fala-se de boicotar as empresas americanas e esse movimento cresceu depois da Guerra do Iraque. Em outras palavras, abandonar o fast-food, os refrigerantes e certas marcas de vestuário, uma vez que é de empresas desses ramos a maioria das que possuem as piores condutas de política social, cultural e ambiental. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;h)&lt;/b&gt; Dedicação de investimentos no financiamento da indústria armamentista: engrossando as razões de se boicotar no mínimo as piores empresas americanas, está o fato de que muitas delas são acusadas de dedicar parte de seu faturamento à contribuição financeira dos gastos militares e armamentistas dos Estados Unidos. Caso você queira boicotar empresas que contribuem com divisas para esse tipo de atividade, consulte as listas disponíveis na internet, mas verifique se as acusações dirigidas a cada uma procedem. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;i)&lt;/b&gt; Outros boicotes: outras listas de &lt;b&gt;corporações passíveis de boicote incluem exemplos como gigantes da comunicação em massa que promovem jornalismo manipulado, grosseiramente parcial e beneficiador de elites sociais e políticas&lt;/b&gt;, multinacionais que maltratam valores culturais e religiosos de determinados países e empresas envolvidas em freqüentes casos de desrespeito ao consumidor. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;3. Desvie sempre que puder de produtos “Made in China”.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Além das razões que dei para se boicotar as Olimpíadas 2008, há várias outras que inflamam nossa consciência de modo que a recomendação é não comprar mais nada vindo da China. Vou dar alguns motivos básicos: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;a)&lt;/b&gt; O governo chinês é uma ditadura que faz de seu povo refém de seu totalitarismo e mostra odiar os direitos humanos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;b)&lt;/b&gt; A super exploração trabalhista é uma das características abusivas mais importantes do capitalismo daquele país. Jornadas de trabalho semanais que chegam a mais de 70 horas, salários muito baixos, proibição de greves e protestos, são fatores abundantes lá. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;c)&lt;/b&gt; É essa exploração que dá àquele país uma das maiores taxas de crescimento econômico do mundo e lucros “alucinantes” para as empresas que instalam filiais ali. Em outras palavras, o empresariado chinês e o multinacional só ganha tanto porque economiza o que deveria ser pago para seus trabalhadores em salários melhores e outros benefícios. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;d)&lt;/b&gt; A exploração animal na China é a pior de todo o planeta. “Fur farms” (campos de concentração de animais que serão mortos para extração de pele); maus tratos contra animais mais freqüentes do que em qualquer lugar do mundo; uma cultura superonívora que, em termos um pouco exagerados, come quase tudo o que se move pela frente, incluindo animais em extinção e tendo humanos como exceção; etc. fazem dali um país que nenhum ativista defensor dos bichos gostaria de visitar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;e)&lt;/b&gt; É de praxe a opressão de minorias étnicas e nacionais no território daquele país. Em 2008, ganhou destaque absoluto a repressão infligida aos tibetanos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;f)&lt;/b&gt; Sustentabilidade ambiental é quase um palavrão para o capitalismo de Estado chinês. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;g)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; Os produtos chineses costumam ser de muito baixa qualidade e quebrar fácil. Se forem baratos, é porque o material utilizado é medíocre, a mão-de-obra é mal paga e falta controle de qualidade. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;4. &lt;span style="color:black"&gt;Seja vegano.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br&gt;O veganismo consiste em evitar todas as formas de exploração animal que puderem ser evitadas. Sendo vegano, você evita permanentemente carne, leite, ovos, mel, couro, seda, lã, gelatina (exceto as com base vegetal da alga ágar-ágar) e todos os produtos, alimentícios ou não, que contenham ingredientes de origem animal, em que se incluem substâncias como cálcio de ostra, glicerina não-vegetal e lanolina. Também evita produtos quaisquer de empresas que lançam mão de testes em animais para averiguar a segurança, qualidade e eficácia de seus produtos. Se não a única, é a corrente ética mais importante e recomendável no combate total à exploração e matança industrial de bichos. Se você tem uma compaixão legítima por eles, considera que explorá-los e matá-los para sempre não é compatível com o caráter racional, civilizado e constantemente evolutivo do humano, reconhece que já há alternativas livres de crueldade aplicáveis em todas as áreas da indústria de bens de consumo, o que está esperando para rever seus hábitos de consumo e adotar a atitude vegana? &lt;br&gt;&lt;br&gt;Há, no entanto, duas observações a serem feitas: primeiro, os princípios ativos da maioria dos remédios atuais é proveniente de pesquisas com animais, sendo uma área muito difícil de ser boicotada – e impossível quando a pessoa é dependente de medicação controlada ou tratamentos medicamentosos prolongados e indispensáveis. Segundo, os produtos livres de testes em animais são relativamente raros em comparação aos produzidos por empresas testadoras. &lt;b&gt;Assim sendo, o veganismo, que muito dificilmente poderá ser adotado em absoluto, deve vir acompanhado de disposição para participar de ações ativistas contra testes cruéis, como protestos e atos de conscientização maciça. Com o boicote vegano mais o ativismo, as empresas serão pressionadas a abandonarem os experimentos em animais, e isso já aconteceu com muitas delas.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Animais não são produtos nem bens de consumo.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Consumidor ético não é consumidor de animais, não os inclui no setor de “bens de consumo”, mas sim no de vidas sencientes e dignas de respeito. Assim, nunca compra bichos, e sim os adota, sem pretensões utilitárias ou seletividade de raças (no máximo há a escolha por tamanho, de acordo com as condições do futuro lar do animal tutelado), mas com a missão de salvá-los do abandono e da morte prometida pelos centros de controle de zoonoses e prover-lhe amor sem esperar nada em troca, sabendo que esse sentimento não tem preço. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Não compre nada vendido por crianças.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Estou falando aqui daquele trabalho diretamente ligado à miséria e, muitas vezes, à falta de escrúpulos dos pais que obrigam os filhos pequenos a trabalharem. O trabalho infantil é uma das vergonhas sociais do Brasil (e de muitos outros países), mas a maioria dos consumidores, numa vergonha de iguais dimensões, aceita torná-lo lucrativo e não hesita em comprar um jornal, um pacote de balinhas, um saquinho de amendoim... Mal sabem que estão ocupando o tempo que aquele(a) menino(a) teria para estudar, conhecer amigos e brincar. Tudo bem que a escola pública de hoje ensina muito mal, mas isso não é pretexto para contribuirmos para a criança evitá-la. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Se desconfiar ou souber que a pessoa está vendendo o objeto contra a família, não compre dela.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Essa questão é muito pouco lembrada no dia-a-dia, mas para ela deve ser chamada a atenção, uma vez que muitos sofrem por sua causa. Muitas vezes, em comunidades pobres, um homem que entrou em dissensão contra sua família ou está dominado pelo alcoolismo ou outro vício perde a cabeça e passa a vender objetos de sua casa. Nestes, podem estar desde a TV que diverte a família até a máquina de costura que é o ganha-pão de sua esposa ou mãe. De vez em quando, o sujeito forma um verdadeiro “bazar do mal” para se desfazer de diversos objetos contra a vontade das pessoas de seu lar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;8. Prefira produtos de material reciclado. &lt;br&gt;&lt;/b&gt;Reduzir, reutilizar e reciclar é o lema do consumidor ambientalmente consciente. Reduzir o seu consumo alimentar e doméstico para apenas aquilo que as necessidades exigem, reutilizar o máximo possível do que estaria destinado ao lixo mas tem componente material reaproveitável, reciclar o máximo possível de matéria-prima. Todos são valorizados por todo aquele que quer reduzir sua Pegada Ecológica, mas dou aqui ênfase à reciclagem. &lt;br&gt;&lt;br&gt;As opções ambientalmente corretas estão crescendo por todo lugar. Resmas de papel reciclado, tintas com resina à base de plástico PET de garrafas, material de construção alternativo feito a partir de materiais que escaparam de ser convertidos em lixo, são várias, e cada vez mais abundantes e diversificadas, as saídas para aqueles que querem evitar aqueles produtos convencionais tão onerosos ao meio ambiente. E o preço, em grande parte dos casos, é muito camarada, aproximando-se dos materiais convencionais ou sendo ainda mais baratos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Prefira comprar de empresas dotadas de responsabilidade social e ambiental&lt;/b&gt;. &lt;br&gt;Em vez de dedicar seus investimentos e energias para promover devastação ambiental para fins de obtenção predatória de matérias-primas ou a exploração abusiva de seus empregados com propósitos de aumento da produtividade, preferem o lado do bem, respeitando seus trabalhadores, destinando fundos para obras de cunho social e promovendo a caminhada rumo ao desenvolvimento sustentável do seu país. &lt;b&gt;Buscam a excelência pela obtenção de certificados como a ISO14001&lt;/b&gt; (para gestão e responsabilidade ambientais) e &lt;b&gt;SA8000&lt;/b&gt; (para responsabilidade social). Entre empresas comuns ou abusivas, que não possuem essa visão de harmonia empresarial e industrial com a sociedade e o meio ambiente, e as certificadas, que têm a honra de adotá-la, prefira a segunda opção se quiser consolidar sua postura de consumidor ético e consciente. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Mas, antes de abraçar determinada instituição, saiba que, em boa parte das ocasiões, a tal responsabilidade é apenas uma fachada institucional para atrair mais simpatia dos clientes e conseqüentemente mais lucro, ou para encobrir abusos ocorrentes nos bastidores, e não tem fundamentos sólidos ou obras que comprovem essa boa índole empresarial.&lt;/b&gt; Assim, é de bom grado que o consumidor responsável tome ciência das boas ações concluídas ou em andamento por parte daquela empresa e também ponha na balança essas ações em um prato e o lado mais pernicioso dos procedimentos empresariais dela no outro. Se o lado positivo da corporação valer muito mais que o negativo, pode ir até abraçar o prédio de sua filial ou matriz. Se a diferença for pouca para o lado bom ou os pratos da balança estiverem equilibrados, é ocasião para pensar duas vezes antes de procurar um produto ou serviço dela. Se o lado ruim pesar mais e estiver caracterizada uma falsa responsabilidade sócio-ambiental, corra e alerte as pessoas ao seu redor. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;10. Madeira, apenas certificada.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;A maioria da madeira comercializada nas madeireiras brasileiras vem de desmatamento ilegal. Assim é muito fácil manter uma venda fácil de madeiras, afinal a fonte – a Amazônia, na grande maioria dos casos – parece inesgotável porque, segundo alguns, “ainda tem muita mata sobrando”. Um consumidor consciente e responsável não pensa assim nem tolera esse oba-oba predatório. Antes de comprar madeira para sua casa na madeireira tal, certifique-se de que a origem dela é de extração legal, proveniente de plantações arbóreas ou manejo florestal, e verifique se há certificado atestando essa legalidade. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Prefira álcool ou gás natural&lt;/b&gt; &lt;i&gt;(até porque não há combustível melhor que esses no momento)&lt;/i&gt;&lt;br&gt;Apesar de o álcool vir de canaviais surgidos de um processo secular de desmatamento sistemático descontrolado contra a Mata Atlântica e concentração fundiária e o gás natural ser tão não-renovável quanto o petróleo, os dois combustíveis ainda são os menos maus disponíveis. Poluem menos que a gasolina e seus preços também são menos salgados. &lt;b&gt;Entretanto, no caso do álcool, há o contrapeso de estimular o desmatamento, o não-reflorestamento da Mata Atlântica, a glória latifundiária e também o esmagamento da agricultura alimentícia, uma das mais prováveis razões especuladas para a atual crise dos alimentos. &lt;/b&gt;Mas ainda assim, entre a gasolina, o álcool e o gás natural, prefiro indicar os dois últimos. Mas quando as células de hidrogênio e, talvez, as de água eletrolisada chegarem, vou poder respirar mais aliviado. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;12. Feche o bolso (e, se puder, os ouvidos) para músicos envolvidos em más influências à juventude e crueldades. &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Quando pensamos ou temos vontade de pensar que, com o passar dos anos e a multiplicação da informação de fácil acesso, a preocupação dos músicos com sua integridade, dignidade, reputação e saúde amadureceu a ponto de passarem a prezar pela boa influência e inspiração de seus fãs, batemos forte com a cara na parede. Continuam abundantes os cantores e integrantes de bandas ora envolvidos com drogas e adeptos do showbiz bizarro de exibir-se as consumindo e minando sua vitalidade e saúde, ora incentivadores da crueldade contra animais, ora praticantes de apologias à irresponsabilidade juvenil. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Gentalha como Amy Winehouse, vulgo Já Morreu, um dos dois únicos nomes que faço questão de dedurar neste artigo, parece querer induzir seus fãs a adotarem um caminho perverso, autodestrutivo e até criminoso com suas peripécias mórbidas de envolvimento com drogas pesadas, brigas e arruaças. Terminam, voluntária ou involuntariamente, passando a mensagem “façam m..., é muito cool e divertido!” e sendo ainda piores e mais perigosos que as mais sofisticadas propagandas de cigarro. Ela não é o único mau exemplo de artista, a música pop tem muitos outros casos contemporâneos de suicidas graduais sobre os quais convido você, a saber, mais pela internet e por livros. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os segundos exemplos, os quais incluem muitos artistas brasileiríssimos, são de artistas e bandas que, exaltam e aproveitam-se da falta de compaixão com os animais. O exemplo estrangeiro mais famoso é Jennifer Lopez, o segundo nome dedurado por aqui, e seus muitos casacos de pele. Sempre ignorou e desdenhou os apelos de entidades defensoras dos animais como o PETA e, em alguns clipes, faz questão de ostentar casacos feitos a partir da morte de dezenas de bichos torturados e esfolados vivos.&lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;Já no Brasil, galopam as bandas e músicos, em sua maioria de rock, country, sertanejo e daquilo que chamam de “forró estilizado”, que tocam em rodeios e vaquejadas. Falta de alertas não é pretexto, uma vez que a única atitude tomada pela maioria em resposta a apelos de ativistas de direitos não-humanos é ignorá-los e até fechar seus canais de comunicação para eles. Aproveitam-se da lotação desses shows de horrores para vomitar suas músicas perante um público visivelmente alienado e ignorante das atrocidades ocorridas na arena próxima. &lt;br&gt;&lt;br&gt;E falando em “aquilo que chamam de ‘forró estilizado’”, esse estilo, na maioria das músicas (han-han...), faz um caso típico de apologia à irresponsabilidade juvenil. Pegue uma amostra de cinco canções das bandas mais famosas do que eu chamo de Ritmo Nordestino Estilizado Imundo e verá temas deploráveis: alcoolismo, pornografia explícita (com o agravante de que muitos fãs desse estilo musical são menores de idade), sexo irresponsável, infidelidade e traição conjugal, misoginia, prostituição sem controle, apologia às vaquejadas... O incentivo à adoção desses comportamentos é franco e explícito. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Paras essas turminhas, vale também responder com a linguagem do boicote. Feche o bolso para elas, evite comprar seus CDs e DVDs e ir aos seus shows. E não vou sugerir que baixe MP3 como alternativa, uma vez que há no mesmo os potenciais da continuidade da audiência e divulgação. Em vez disso, faço outra recomendação enfática, pegando carona na baixíssima qualidade do som tocado por todos esses músicos: feche seus ouvidos também! Consumidor ético e consciente também não dá ibope para gentalhas provedoras de más influências e que não respeitam os animais. Enfatizo aquela velha frase transmitida em jogos antigos de videogame: “Vencedores não usam drogas”. E lanço minha versão: “Vencedores não OUVEM drogas”. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;13.&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Prefira produtos agrícolas orgânicos. &lt;br&gt;&lt;/b&gt;Estes vêm, mais asseguradamente, de plantações mais corretas em seus procedimentos, as quais não estimulam a concentração fundiária nem costumam fazer uso de agrotóxicos que terminam envenenando os alimentos e promovendo uma lenta sabotagem bioquímica no corpo de quem os compra. É um pouco mais caro, mas compensa muito quando se fala de boa saúde e longevidade. Aparece, porém, a objeção de que o preço a mais que se daria em feiras orgânicas é “a mais demais” para se conceber sem chiar, ainda mais numa época de inflação alimentícia. &lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;14.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; &lt;b&gt;Não seja guloso.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Uma vez que o consumidor consciente “reduz, reutiliza e recicla”, podemos considerar que “reduzir” também implica ser mais moderado na alimentação. Se você hoje come muito para matar a fome, recomendo uma reeducação alimentar, simultaneamente uma reeducação que diminua essa necessidade pela metade, tal demanda vai cair na mesma proporção e sua pressão em cima da natureza, a parte alimentar da Pegada Ecológica, será 50% menor. &lt;/span&gt;
&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;15.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; &lt;b&gt;Conscientize.&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Um consumidor ético e consciente deseja muito expandir sua ética e consciência para o máximo possível de pessoas. Por isso, vem o mandamento enfático: conscientize quem você puder explicando e pregando as 14 sugestões anteriores. Se você quiser ser um dos heróis, e não um dos vilões, no mundo atual movido pelo consumo, seja um consumidor responsável, ético e consciente. &lt;/span&gt; 
&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:right" align=right&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Na intenção de escrever sobre o consumo desenfreado de hoje encontrei este artigo muito original. Visitem o espaço do autor na rede e leia seu artigo na integra.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:right" align=right&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt;Robson Fernando&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:robfbms@hotmail.com"&gt;&lt;span&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;robfbms@hotmail.com&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://conscienciaefervescente.blogspot.com/"&gt;&lt;span&gt;&lt;u&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;http://conscienciaefervescente.blogspot.com&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; 
&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial Narrow'"&gt; &lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size=3&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; 
&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-size:10pt;font-family:'Lucida Sans Unicode'"&gt;&lt;font color="#000000"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+Os+15+mandamentos+do+consumidor+%c3%a9tico+e+consciente&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Ativismo</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1067.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1067.entry</guid><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:16:26 GMT</pubDate><slash:comments>1</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1067/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1067.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-07-23T20:17:55Z</dcterms:modified></item><item><title>Crime de estupro se mantém oculto no medo e preconceito</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1065.entry</link><description>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.cisa.org.br/upload/SOZINHAA.gif" height=240 width=170&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.cisa.org.br/categoria.html?FhIdTexto=5028c1c540960d9871f3115fe5b35015&amp;amp;ret=&amp;amp;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" href="http://search.live.com/results.aspx?q=http://www.cisa.org.br/categoria.html%3FFhIdTexto%3D5028c1c540960d9871f3115fe5b35015%26ret%3D%26"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt; 
&lt;/div&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;O tema é tratado com pudor exagerado na sociedade brasileira. A
natureza do crime implica à vitima, talvez mais que o medo,  um
constrangimento sem tamanho. Tanto, que somente 10% delas fazem a
comunicação oficial à polícia. O estupro ainda é um assunto que se fala
sob a penumbra, e em Natal também é assim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O fato de as vítimas
não aparecerem com facilidade para o mundo, pode fazer com que pensemos
que o delito é incomum. E que mulheres violentadas sexualmente não
passam de tristes vítimas do destino ou de um azar sem tamanho. Puro
engano. Os casos não são tão raros assim. E as queixas continuam a ser
feitas nas delegacias da mulher da capital. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo números da
Coordenadoria de Defesa das Mulheres e das Minorias/RN, somente no ano
passado, foram abertos 38 inquéritos policiais sobre o crime de estupro
em Natal. Na média, dá mais de 3 casos por mês na cidade. Se for levada
em conta a estatística dos especialistas – sobre a proporção das que
recorrem à polícia -, ocorreram em Natal 30 estupros por mês em 2007.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A
situação se torna ainda mais grave, se forem contabilizadas as queixas
prestadas, já que nem todas acabam em inquéritos. De acordo com o setor
de estatísticas da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa
Social (Sesed), foram feitas 73 queixas em delegacias especializadas no
ano passado. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O que é pior, de todas essas, 52 foram feitas na
Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DCA). Isto é, as
vítimas tinham menos de dezoito anos. Aliás, este é um outro ponto  
lamentável. As crianças são as maiores vítimas, e os autores dos
delitos, são, em grande maioria dos casos, pais, padrastos ou outros
familiares das vítimas. A violência, nesses casos, é fruto de uma
aproximação conquistada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;“Por isso o crime contra a criança é
mais covarde, mais absurdo, na minha opinião”, disse Rossana Pinheiro,
experiente delegada que iniciou a delegacia da mulher em Natal, e que
hoje está à frente da Coordenadoria de Defesa da Mulheres e das
Minorias. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A delegada descreve ainda que, no caso de agressores
que agem contra mulheres adultas, as características são diferentes.
“Eles não chegam a ser parentes, mas conhecem a vítima. Têm proximidade
com ela, e passa a seguir e estudar os seus passos”, contou a delegada
Rossana Pinheiro. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A policial lembrou também que, com o passar
dos anos, a estrutura governamental tem procurado se modificar, em
função do sofrimento das mulheres que passaram pela traumatizante
experiência. “Antigamente as mulheres iam à delegacia prestar queixa e
ouviam piadas dos policiais, como se ela tivesse provocado a situação.
Hoje nós procuramos  mudar isso”, disse. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Porém, mesmo assim, o
Brasil avançou muito pouco no que diz respeito ao trabalho a ser feito
com as vítimas. Em cada estado há redes de assistência, em Natal
também, mas ainda falta uma coesão maior entre os pontos desta rede: as
instituições policiais, médicas e sociais que prestam este apoio. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Atualmente,
a mulher vítima de abuso sexual acaba tendo que ir a quatro, cinco
lugares para contar a mesma história. O ideal, segundo os
especialistas, seria que a vítima fosse em um só lugar, logo após a
violência e ali, tivesse toda a assistência de uma só vez. Para as
autoridades no assunto, atualmente, o melhor a se fazer é procurar uma
unidade de saúde especializada, para só então, ir à delegacia. Pouca
gente sabe, mas há em Natal duas unidades de saúde com este serviço. Um
sofrimento a menos, para a mulher que sofreu a violência.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Psicóloga faz avaliação das vítimas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A
psicóloga Mariza Rarene é especializada em Psicologia Jurídica e
trabalha no Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) desde 1986
e compôs a primeira equipe da  Delegacia de Defesa da Mulher.
Atualmente atua como psicóloga forense do instituto, atendendo e
preparando laudos sobre a situação de mulheres vítimas de violência
sexual. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Cabe à psicóloga perita, expedir o laudo psicológico
com informações a serem usadas durante o processo judicial. Caso algum
problema seja diagnosticado, o documento vai auxiliar o delegado, o
Ministério Público ou o juiz no caso. “Não fazemos tratamento, nem
acompanhamento psicológico”, disse a especialista. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo
Mariza Rarene, a maioria das mulheres adultas, atendidas, é vítima de
violência doméstica já as crianças geralmente são vítimas de maus
tratos e violência sexual. Quanto à forma como elas chegam ao Itep, as
características são as mesmas. “Elas apresentam constrangimento, medo e
vergonha. Sugerem baixa auto-estima, além de outros comprometimentos de
ordem emocional. Quanto ao mundo e o agressor, vai depender de quem é o
agressor e em que contexto se encontra.”, disse a psicóloga. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Mariza
Rarene conta que o estupro pode causar seqüelas capazes de deixar
mudanças profundas e impeditivas na vida da mulher. As principais
características apresentadas são mudança súbita de conduta, depressão e
isolamento de amigos e família, rebeldia ou delinqüência, agressividade
excessiva, além de terror ou medo de algumas pessoas ou lugares. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Natal tem duas unidades especializadas&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Em
Natal existem duas unidades de saúde com serviços especializados em
atendimento às mulheres vítimas de abuso sexual. Na maternidade
Januário Cicco e no Hospital Santa Catarina elas são acolhidas e as
primeiras medidas são tomadas,  tanto para evitar uma gravidez como
doenças. As duas instituições são ainda as únicas autorizadas em todo o
estado para a realização do aborto legalizado. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A obstetra e
ginecologista Stenia Lins trabalha na Januário Cicco – maternidade da
Universidade Federal do Rio Grande do Norte – desde 1982. E trabalha no
Programa de Atenção a Mulheres e Adolescentes (Proama) desde 2000, ano
de sua implantação. A iniciativa é fruto de uma norma técnica do
Ministério da Saúde, publicada dois anos antes e visa atender às
vítimas de violência sexual. &lt;br&gt;&lt;br&gt; As mulheres e adolescentes
chegam à maternidade, em sua maioria, já depois de terem passado por
alguma outra instituição da rede de proteção (polícia, Itep ou conselho
tutelar). Mas segundo a especialista, a ida à unidade de saúde deve ser
o mais rápido possível. “A recomendação é de que, a pessoa em situação
de violência, procure primeiro o hospital. Depois é que nós
encaminhamos à delegacia”, disse a médica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para não prejudicar
as investigações, os médicos fazem anotações sobre o quadro encontrado,
e o laudo serve como uma perícia indireta. “Caso o juiz solicite, nós
disponibilizamos esse laudo para que possa servir no processo”,
explicou a doutora Stenia. Segundo números do Proama, entre 2003 e
2006, foram atendidas 223 mulheres na Januário Cicco. Uma média de
cinco mulheres por mês.  A necessidade de se procurar a unidade de
saúde se faz necessária principalmente pela prevenção da gravidez, com
a administração da pílula do dia seguinte e DSTs. &lt;br&gt;&lt;br&gt;No dia 10 de
outubro do ano passado, ela passou pela terrível experiência de ser
abusada sexualmente. Por razões óbvias, a identidade da costureira de
26 anos será preservada e será dado a ela, o nome fictício de
“Patrícia”. Moradora de uma cidade da região metropolitana de Natal,
ela estava esperando o ônibus para ir à aula, a pouco mais de vinte
metros da porta de casa. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Era por volta de 18h30, quando o
criminoso surgiu em meio à escuridão, montado em uma bicicleta. Os pais
dela estavam em casa, mas portas e janelas estavam fechadas, pois fazia
frio naquela noite. Durante o assalto, o criminoso resolveu violentar
Patrícia, na frente de duas amigas, que esperavam o ônibus com ela. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Dias
depois, o estuprador foi preso. E com mais dez dias, conseguiu fugir da
delegacia. A relativa paz de Patrícia só veio com a notícia de que o
criminoso havia sido morto em Natal, no carnaval deste ano. Hoje, ela
trabalha e tenta seguir a vida normalmente. E conta que arranja forças
diariamente no amor que tem ao filho e à família. Foi com o menino de
três anos que ela se preocupou, durante a violência que sofreu.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Entrevista /  Patrícia, vítima de estupro&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Você conseguiria contar como tudo aconteceu naquela noite?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Eu
estava indo para a escola e neste dia o ônibus demorou um pouco, daí
ficamos eu e duas colegas na parada. De repente chega um cara, de
bicicleta, dá boa noite, pede a hora. (...) Aí ele disse: “olha,
ninguém saia, que isso é um assalto”. Aí mostrou a arma e perguntou se
a gente tinha dinheiro e telefone (...) De repente ele disse que a
gente fosse pro matagal e ninguém corresse, senão ele atirava. Ele
mandou a gente se deitar, e eu pensei que ele fosse atirar, porque
ninguém tinha objeto de valor .&lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Tudo isso, praticamente, na frente da sua casa...&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;É,
bem aqui na frente da minha casa. Ele perguntou se a outra menina era
casada, debochou porque ela é casada e não usava aliança... Perguntou
se eu era casada. Eu disse: “não, sou separada há três anos”. Ele
disse: “você, uma menina tão bonita e não tem ninguém?”&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;E em que momento ele resolveu não praticar somente o assalto?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Logo
depois ele disse: “você, levante e tire a roupa”. Aí eu tirei a calça,
né? Aí ele fez: “agora tire a calcinha”. Eu disse: “homem, leve tudo,
mas deixe a gente viva, não faça nada, não”. Ele disse: “você prefere
ver seu filho, ou ficar aqui estirada?”. Eu disse: “eu quero ver meu
filho, lógico”.  Aí ele disse: “então tire a calcinha”. Na mesma hora
eu tirei, ele foi, fez a tal da gravata, botou o revólver na minha
cabeça, e praticou o sexo. (...) Ele disse que sabia onde eu estudava e
que se eu denunciasse, ele vinha me buscar (...). Aí eu comecei a me
vestir, e ele mandou que eu vestisse só a calça, e levou a calcinha. &lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Qual foi seu primeiro sentimento após aquela violência?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Eu
senti um nojo muito grande. Minha vontade era chegar, tirar a roupa,
tomar um banho e me livrar daquilo. Mas eu sabia que não ia sair de
mim. Tava tudo fechado aqui, e eu chamei minha mãe. Eu disse: “abra
aqui, que eu fui estuprada”. Isso já chorando muito, me tremendo”.  No
que ela abriu, eu fui direto pro quarto, abracei meu filho, beijei ele,
beijei muito ele, mesmo ele dormindo. Depois disso fui imediatamente
pro banheiro, tomei banho e troquei de roupa. Depois o pessoal da
polícia veio, pra eu preencher a papelada, fazer as averigüações. &lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Algumas
pessoas criticaram o fato de você ter tomado banho, trocado as roupas
por conta das provas do crime. Mas é uma coisa muito difícil de fazer...&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;É,
demais. É como eu disse: na hora eu só queria me livrar de tudo, do
cheiro dele... por isso na mesma hora eu fui pro banheiro. Eu me sentia
muito nojenta, tinha vergonha de olhar para os meus pais.&lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Pouquíssimas mulheres vão prestar queixa. &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Por que você resolveu fazer? O que lhe deu forças?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Assim...
como poucas vão prestar queixa, eu tinha pra mim, que eu tinha que
fazer aquilo. Não como uma vingança, mas justiça. Se eu não fosse
correr atrás dos meus direitos, ninguém ia. Se aconteceu um estupro
comigo, e eu não fosse, eles iam dizer: “ah, ela gostou, a vítima nem
veio aqui, a gente não pode fazer nada”. Então eu tinha que fazer
justiça pra mim mesmo. &lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Você ainda teve forças para ajudar nas investigações do seu caso. &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Como assim?&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Uns
dias depois, eu fui pegar o resultado da escola e vi ele passar por mim
com a mesma roupa que estava no assalto. Eu disse: “aquele é o cara que
me estuprou”. Meu amigo disse que ele poderia voltar, e a gente foi
embora. &lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;O que você sentiu na hora?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;O sentimento que eu tive é que alguém pudesse pegar ele naquela hora, e também senti muito medo. &lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Sim, mas o que você fez mesmo, para que ele acabasse preso?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Bom,
depois daquele momento passou uns três dias, oito horas da manhã, eu
estava em casa e ele passou na lateral da minha casa. Daí eu segui ele,
e lá na frente eu não vi mais. Perguntei a um vizinho se tinha passado
um cara de bicicleta, que tinha sido o homem que tinha me estuprado. O
cara disse que não era ele. Eu vim embora e quando cheguei em casa, um
policial chegou e disse que eu fosse com ele. Eu perguntava: “onde ele
está?”. Daí o policial disse: “Ele está morando aqui perto da sua
casa”.&lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Depois a polícia fez um cerco e o prendeu. &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;O que ele disse?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Ele
disse que não era ele, que era um cara de bem. A mulher dele disse que
ele não era daquilo, que era evangélico e tudo. Que era casado e tinha
três filhos. Ele dizia: “bote a vítima aqui na minha frente, pra ela
dizer se fui eu”. &lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Hoje você parece ter superado tudo isso. &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Voltou a sair, freqüentar festas. &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Você foi criticada por isso?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Muito.
Fui muito criticada. Diziam que eu tinha gostado, porque tinha sido
estuprada e já estava em festa. Diziam que se tivesse de acontecer de
novo, eu não me preocupava, que não ia nem presta queixa. Quando na
verdade, eu ia para procurar ele. Além do mais eu pensava em não me
deprimir. Não ia terminar minha vida por causa de ninguém.  Eu tenho
minha vontade de viver. Passei por duas psicólogas, tomei medicamento,
fiz vários exames, entendeu? E eu tenho um filho lindo para criar.
Tenho muita coisa pra viver. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;As psicólogas que você procurou? &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Foi por sua conta, ou uma orientação de algum serviço especializado.&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;A
primeira psicóloga que eu fui foi a do Itep, quando fui fazer o exame
de conjunção carnal. Mas a outra foi por minha conta. Não tive
praticamente a ajuda de ninguém, só mesmo do chefe de investigações,
que disse que ia pegar ele. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Você sabia que há serviços especializados, pelo estado, para vítimas de violência sexual?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Não,
eu não sabia. Eu acho que deveria ter mais divulgação, com certeza. Eu
não quero que aconteça com ninguém. Mas se acontecer, que procurem
ajuda, seja lá do governo ou do privado. E tem que ter mais divulgação,
sim. Porque fiz tudo a meu custo. Tive só a psicóloga do Itep e nada
mais. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Você ficou com alguma seqüela psicológica? &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Mudou alguma coisa na sua personalidade?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Ah,
ficou. Ninguém pode se aproximar de mim, que eu já fico com um certo
receio. Eu estou caminhando e vejo alguém de longe, já fico cismada. Eu
ando, mas eu ando com medo. Tenho um certo receio em conversar, pegar
uma carona, fazer uma certa amizade. &lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Na sua sexualidade ficou algum trauma? &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Você tem dificuldade em se aproximar, de namorar uma pessoa?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Ah...
ficou sim... com certeza. Recentemente eu conheci uma pessoa... mas
praticamente a perdi por causa do que aconteceu. Eu tinha um receio
sobre a sexualidade. Tinha medo de me aproximar e acontecer algo
parecido. Tinha medo de me aproximar dele, ocorrer algo parecido e eu
me lembrar de tudo. Assim... pra me relacionar com alguém hoje em dia,
pra eu me interessar por alguém é muito mais difícil. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;Você acha que vai superar isso também?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;Com
certeza. Com muita fé em Deus, com força de vontade pra viver. É como
eu falei, eu tenho um filho, eu tenho família, e vou superar isso
também. Com fé em Deus.&lt;/font&gt;&lt;font size=3&gt;&lt;br style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;p style="text-align:right"&gt;&lt;font size=1&gt;&lt;em style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://tribunadonorte.com.br/index.html"&gt;Tribuna do Norte&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;br style="font-family:Lucida Handwriting"&gt;&lt;a style="font-family:Lucida Handwriting" target="_blank" href="http://tribunadonorte.com.br/80923.html"&gt;Jacson Damasceno - Repórter&lt;/a&gt;
&lt;/font&gt;
&lt;br&gt;
 &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+Crime+de+estupro+se+mant%c3%a9m+oculto+no+medo+e+preconceito&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Ativismo</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1065.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1065.entry</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 16:29:43 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1065/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1065.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-07-14T16:33:44Z</dcterms:modified></item><item><title>"A sensação é a de que você trabalha com um inimigo"</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1064.entry</link><description>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.rel-uita.org/laboral/Fotos/tiempo.JPG" height=259 width=316&gt; 
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family:Arial"&gt;

		&lt;p&gt;&lt;font size=3&gt;
Para aceitar contar à reportagem de &lt;a target="_blank" href="http://www.atarde.com.br/capa/"&gt;A TARDE  &lt;/a&gt;sobre o que aconteceu
durante o período em que sofreu assédio moral, Lúcia (nome fictício)
fez uma série de exigências. Além de não revelar a sua identidade, ela
também omitiu a atividade que exercia e o nome da empresa onde o fato
ocorreu. Tudo por receio de que o pesadelo que viveu voltasse a
acontecer. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size=3&gt;
Ela conta que seu antigo chefe usava critérios diferentes entre os
funcionários. Lúcia sempre ficava com uma sobrecarga de trabalho muito
maior em relação aos outros colegas do setor. “Meu chefe chegou a criar
uma função de coordenação do setor, que nunca existiu, e ofereceu para
um colega que tinha acabado de entrar na empresa. Sendo que eu já tinha
muito tempo lá dentro e sempre resolvia muito mais coisas do que ele.
Tudo era feito para me humilhar”, recorda. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size=3&gt;
O assediador passa uma imagem de poder que, na realidade, não existe.
“A situação é tão rotineira e reiterada que você acaba aumentando tudo.
A pessoa se torna  maior e mais poderosa do que  realmente é”, afirma
ela, já recuperada do trauma. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size=3&gt;
Em determinada ocasião, Lúcia se ofereceu para organizar um evento da
empresa, em um dia que  não afetaria em nada a sua jornada de trabalho
normal. Mas o chefe implicou com a iniciativa e ameaçou demiti-la caso
não desistisse da empreitada. Foi nesse dia que, após muitas
perseguições, Lúcia passou mal. Com receio de ser demitida,  começou a
chorar sem parar, sentiu as mãos formigarem, perdeu os sentidos e
desmaiou. Só acordou no hospital. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size=3&gt;
“A sensação é a de que eu estava trabalhando com um inimigo, que a
qualquer momento faria algo para me prejudicar. Quando eu via um e-mail
dele que não tinha título ou assunto, eu evitava abrir pela manhã,
porque sabia que poderia ser uma coisa ruim e eu não conseguiria
trabalhar o resto do dia”, lembra ela, que guardou todos os e-mails
trocados com o antigo chefe, para servir como possíveis provas no
futuro. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size=3&gt;
Lúcia ainda pensou em denunciar o seu algoz, mas depois desistiu.
Segundo ela, que foi transferida para outro Estado para se livrar do
problema, a melhor coisa que o assediado deve fazer é compartilhar suas
angústias com parentes e amigos, para agüentar o período turbulento.&lt;/font&gt;&lt;div style="text-align:right"&gt;&lt;font size=1&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=914183"&gt;Carine Aprile Ierverse, do A TARDE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; 
		

	&lt;/div&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+%22A+sensa%c3%a7%c3%a3o+%c3%a9+a+de+que+voc%c3%aa+trabalha+com+um+inimigo%22&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Ativismo</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1064.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1064.entry</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:58:52 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1064/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1064.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-07-14T15:58:52Z</dcterms:modified></item><item><title>MPT investiga 121 casos de assédio moral</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1063.entry</link><description>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.artnet.com.br/~sinprojf/imagens/assedio2.gif" height=295 width=501&gt; &lt;br&gt;
&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
As denúncias de assédio moral no ambiente corporativo ocupam o primeiro
lugar na lista de reclamações do Núcleo de Combate à Discriminação no
Trabalho, do Ministério Público do Trabalho na Bahia. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Hoje existem 121 processos em andamento nesse núcleo, resultado de
queixas registradas por  vítimas de humilhações constantes partindo de
chefes ou de colegas que, geralmente, estão em cargos hierarquicamente
mais elevados. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
“O assédio começa com uma brincadeira despretensiosa e termina se
convertendo numa prática constante. Isso resulta na diminuição da
auto-estima da vítima, até que ela não agüente mais e peça demissão ou,
em casos extremos, pode até chegar ao suicídio”, relata o procurador
Manoel Jorge e Silva Neto, que faz parte do núcleo que  investiga este
tipo de queixa. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;
&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;PRIMEIRO MUNDO&lt;/strong&gt; – Diferentemente do que se pode
imaginar, o problema é recorrente até mesmo em países reconhecidos pelo
alto nível de qualidade de vida. Na Suécia, por exemplo, entre 10% e
15% dos casos de suicídio estão relacionados ao sofrimento imposto pela
pressão no ambiente de trabalho. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Outro dado que mostra que o problema não acontece somente em países
subdesenvolvidos é a estimativa da Organização Mundial do Trabalho
(OIT) que indica que 9% dos trabalhadores da União Européia – cerca de
12 milhões de pessoas – já foram vítimas de assédio moral. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
No Brasil, a situação não é diferente, mas ainda faltam estatísticas
que demonstrem esta realidade, até porque muitos trabalhadores deixam
de denunciar por medo de retaliações. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
“Este é um problema que atinge um parcela considerável da população,
que termina não denunciando. Isso tem que acabar. Temos que
conscientizar as pessoas a expor o seu caso, para que esse tipo de
comportamento seja reduzido”, orienta Manoel Jorge. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;
&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;MEDO&lt;/strong&gt; – O receio de sofrer ainda mais com o assédio do
seu antigo chefe fez com que Lúcia (nome fictício) não registrasse
queixa. Mas, para se livrar do problema – que se agravava a cada dia e
que a fez  passar mal, desmaiar e até ser hospitalizada –, ela precisou
pedir transferência da empresa para trabalhar em outro Estado. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
“A princípio, pensei em levar o caso à Justiça, mas depois eu desisti,
porque não quis me sentar numa mesa de audiência e estar cara a cara
com a pessoa que me fez sofrer durante tanto tempo e reviver as
situações. Mas ele merecia uma punição”, diz Lúcia &lt;/font&gt;
&lt;p align=right&gt;
&lt;font size=1&gt;&lt;i&gt;&lt;font face=Arial&gt;&lt;em&gt;Colaborou João Mauro Uchôa&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;div align=right&gt;&lt;font size=1&gt;&lt;a rel=nofollow href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=914185"&gt;Carine Aprile Iervese, do A TARDE&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+MPT+investiga+121+casos+de+ass%c3%a9dio+moral&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Ativismo</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1063.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1063.entry</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:48:28 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1063/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1063.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-07-14T15:48:28Z</dcterms:modified></item><item><title>Denúncias já surtem efeito no Brasil</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1062.entry</link><description>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.seebfloripa.com.br/public_html/figuras/assedio_moral_principal.gif" height=214 width=189&gt;
 &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;

		
Apesar de o medo de retaliações impedir que muitas vítimas denunciem a
prática do &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:Arial"&gt;assédio moral&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;, alguns casos de condenações recentes de
grandes empresas no Brasil demonstram que é possível punir os
agressores.&lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Na última quinta-feira, por exemplo, a indústria de bebidas Ambev
entregou dois veículos  à Superintendência Regional do Trabalho no Rio
Grande do Norte para uso em fiscalização.  A doação faz parte de
indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 1 milhão, prevista
no acordo extrajudicial firmado com o Ministério Público do Trabalho
local em abril deste ano. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
No entanto, o caso não se relaciona com outras investigações sobre a
Ambev ainda em andamento no País. Alguns processos narram episódios
absurdos envolvendo rotinas de humilhação e até mesmo violência física
impostas pelo empregador. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Um funcionário da cervejaria em Sergipe, demitido em 2004, foi
indenizado em R$ 70 mil por ter sido “premiado” com objetos no formato
de excrementos humanos. Sua foto segurando o “presente” chegou a ser
publicada num mural interno. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
No ano passado, a Ambev também foi condenada a indenizar em R$ 50 mil
um ex-funcionário no Pará, obrigado pelo gerente a fazer flexões na
presença dos colegas quando não alcançava desempenho satisfatório. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Em 2006, a empresa já havia sido condenada, também no Rio Grande do
Norte, a pagar R$ 1 milhão por punir empregados com castigos físicos e
outras “prendas” como trabalhar fantasiado, assistir a reuniões em pé e
dançar “na boquinha da garrafa”. A reportagem de &lt;a target="_blank" href="http://www.atarde.com.br/capa/"&gt;A TARDE&lt;/a&gt; entrou em
contato por e-mail e telefone com  a assessoria da Ambev, em São Paulo,
para esclarecer os fatos, mas não obteve retorno. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;
&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;INDENIZAÇÕES &lt;/strong&gt;– Os valores das indenizações variam de
acordo com cada caso. “Os processos que abrangem danos coletivos têm
valores muito maiores do que os casos individuais”, explica  Manoel
Jorge e Silva Neto, procurador do Ministério Público do Trabalho na
Bahia (MPT-BA). &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
A multa que a empresa agressora deve pagar também varia de acordo com a
gravidade da transgressão. “Além disso, a indenização pode ser maior ou
menor a depender da capacidade da empresa de pagar. Quanto mais
condições ela tem de pagar, maior é o valor da indenização”, detalha o
especialista. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Silva Neto esclarece que os diretores e presidentes das grande empresas
precisam ficar atentos para ações dos seus líderes.&lt;b&gt; “O Código Civil
estabelece que a responsabilidade por atos de assédio praticados por
gerentes e outros superiores, dentro do domínio da organização, é da
empresa, que responderá objetivamente pelo ato ilícito”&lt;/b&gt;, frisa. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;
&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;PROVAS&lt;/strong&gt; – Para denunciar o assédio moral, o ideal é que
a vítima recolha a maior quantidade de provas possível. “Eu defendo a
possibilidade de a vítima gravar as suas conversas com a pessoa que o
assedia, ainda que o assediador não tenha conhecimento que esta
conversa esteja sendo gravada”, afirma o procurador. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Segundo ele, esta prova não é ilícita, já que se tratou de um diálogo
gravado por uma das partes e, posteriormente foi levada a juízo.  “Só é
ilegal quando nenhuma das duas pessoas que estão conversando sabe que 
esse diálogo foi gravado”, explica Silva Neto. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;
&lt;font face=Arial size=3&gt;&lt;strong&gt;ASSEDIADOR&lt;/strong&gt; –Diferentes características de
personalidade podem levar pessoas a praticar o assédio moral, como
afirma o psiquiatra Marco Antonio Brasil, membro da Associação
Brasileira de Psiquiatria. “É difícil indicar apenas uma
característica, mas podemos dizer que todas as pessoas que praticam o
assédio moral têm aspectos em comum”. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
De acordo com o médico, os assediadores sofrem de transtorno de
personalidade, do tipo anti-social. “Eles conseguem causar danos aos
outros sem que para isso sinta qualquer ressentimento”, detalha ele. Os
assediadores possuem também a capacidade de seduzir e manipular. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
Já as vítimas que ficam mais tempo “aprisionadas” a este tipo de
assédio, segundo o médico, são aquelas que possuem auto-estima baixa.
“As pessoas frágeis acreditam que não podem reagir, porque as
conseqüências  seriam muito piores”, avalia. &lt;/font&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=Arial size=3&gt;
No entanto, o psiquiatra avisa que sempre existe uma luz no fim do
túnel e que a pessoa, se estiver muito fragilizada, precisa procurar
ajuda. “Seja religiosa, de amigos ou de um profissional”.&lt;/font&gt;&lt;div align=right&gt;&lt;font face=Arial size=1&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=914184"&gt;Carine Aprile Iervese, do A TARDE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; 
		

	&lt;/div&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+Den%c3%bancias+j%c3%a1+surtem+efeito+no+Brasil&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Ativismo</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1062.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1062.entry</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:38:45 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1062/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1062.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-07-14T15:38:45Z</dcterms:modified></item><item><title>Símbolos</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1059.entry</link><description>&lt;p&gt; &lt;p style="text-align:center;font-weight:bold;font-style:italic"&gt;O &amp;quot;mundo mágico&amp;quot; só existe quando acreditamos nele... &lt;p style="text-align:center;font-style:italic"&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&amp;quot;Buscar o desconhecido é trazer para si a magia do Universo...&amp;quot;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;Veja qual é o símbolo, conforme a data de nascimento: &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;21/03 a 20/04 — PUNHAL&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;21/04 a 20/05 — COROA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;21/05 a 20/06 — CANDEIAS&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;21/06 a 21/07 — RODA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;22/07 a 22/08 — ESTRELA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;23/08 a 22/09 — SINO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;23/09 a 22/10 — MOEDA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;23/10 a 21/11 — ADAGA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;22/11 a 21/12 — MACHADO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;22/12 a 20/01 — FERRADURA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;21/01 a 19/02 — TAÇA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;20/02 a 20/03 — CAPELA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4_d4Hl_9LryxcK_frTWpBSB7p10zRM8ZrY7KQtZr35QIQ-0kfLDRsASLJhKCnuHUk"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut7OFVpDydu9hkcD7xzWsDlsOmlSDCLGmifL7GsfUvRyZINLEzZj3cds5l8zcMXOQOc" align=left border=0 height=180 width=240&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;PUNHAL&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Está relacionado ao signo de Áries (21/03 a 20/04). O Punhal é a imagem da luta e vontade de vencer. Representa honra, vitória e êxitos. Os ciganos também usavam o punhal para abrir matas, sendo então, símbolo de superação e pioneirismo. A pessoa sob esta influência é uma pessoa irrequieta, firme e dona de si mesma. Ousada, tem uma personalidade forte e odeia ser subestimada. Quando isso ocorre, torna-se agressiva. Ama demais, é fiel e adora sexo. Não é econômica, mas sabe controlar o dinheiro. Sai-se bem em desportos, artes marciais e cargos de chefia e liderança.&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;  &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut7THXH_KA8XIkYCw3R_4tJ0USvArKAa9rI_nwCJf15fr8yJYiktXeCe6eXuWW2fnPk"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut6wLQX-B6qgyZJk2oD3J5YJSX9YQmHCff0p5L8cGEZsXH3lro1t2Hsg8KHwPrXnuOE" align=left border=0 height=188 width=240&gt;&lt;/a&gt; COROA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada ao signo de touro (21/04 a 20/05). Simboliza a honra, a magnificência, a elevação, a distinção, a vitória, o mérito e em alguns casos, a união com Deus. Alguém que porta uma coroa, está de alguma maneira acima de outras pessoas. Relaciona-se ao ouro e a nobreza. É símbolo de amor puro, força, poder e elegância, o que torna a pessoa desse elemento valorizada e importante. A pessoa sob esta influência luta pelo que quer, pois a estabilidade financeira lhe é fundamental. Nasceu para administrar e querer ser dona do seu próprio trabalho. É fiel no amor, sensível e não suporta que brinquem com os seus sentimentos. Gosta das artes e tem grande criatividade para trabalhar nesse setor.&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut6reCRtSeXzBYuB0jCdHNEawjcMS9hB6DqFzakVxoO8Sf17Y_zO61Euy90TF4vLd_A"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut6buZdXzYYsMwkGlpgIh4yqMg2GspXiZPtm4Hv9EqbZamQ61XiVXhSj6FNmHTYjwIM" align=left border=0 height=180 width=240&gt;&lt;/a&gt; CANDEIAS&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada ao signo de gêmeos (21/05 a 20/06). Representa as luzes e a verdade, portanto a sabedoria e a clareza de idéias. As candeias eram usadas para iluminar os acampamentos. Também simbolizam a esperteza e a vivacidade. A pessoa sob esta influência é comunicativa e tem uma inteligência brilhante fazendo muitos amigos. Adora estudar e pesquisar, principalmente o que se relaciona com ela mesma. É romântica e nunca desiste de uma conquista, mesmo que não se envolva por completo. Quando quer algo, consegue.&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;p&gt;  &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5Jr8PIkZuukqSRuU5bM9lYZJxmFHWD1bQVstgMfuIMfKN50xP4T12NBLePXfhJinE"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4V8EYpSTktSfx0fk3C0Dnr1MMuSPGpdS06RQyKMBtvkYNMuDZg39h1O5fFxca2Qtw" align=left border=0 height=237 width=240&gt;&lt;/a&gt; RODA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada ao signo de câncer (21/06 a 21/07). Sua forma circular associa-se à idéia de perfeição e a representação do Sol. Quando está em movimento, indica a renovação constante dos ciclos cósmicos. Por representar o ir e vir e estar relacionada à Lua, pela sua forma arredondada, as pessoas regidas por este signo tem uma forte ligação com as mulheres e gestantes em geral. A emoção é a palavra que traduz a sua maneira de ser. A Roda move a sua vida na alegria e na tristeza. É dócil tranqüila, mas, quando se irrita, &amp;quot;sai de baixo!&amp;quot;. É um pouco insegura e tem certa tendência à nostalgia. Ama com intensidade e sente muito ciúme.&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;  &lt;p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4ncAhb7wVfOEaKWHe4eTdSmWqonhz9gfkGZnDJQYkmmHwN10iglCi9xKvfUGC26i4"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5F8JBl_SkYsWokaIViDXwyJtQJIa-NrI-UXFo8qFEB59DIe3hCBemZ9FbAxBWjj30" align=left border=0 height=180 width=240&gt;&lt;/a&gt; ESTRELA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada ao signo de leão (22/07 a 22/08). A estrela cigana possui seis pontas, formando dois triângulos iguais, que indicam a igualdade entre o que está acima e o que está abaixo. Representa sucesso e evolução interior. A pessoa que nasce sob esta influência é otimista e &amp;quot;alto astral&amp;quot;, nasceu para brilhar. Vive a vida intensamente e tem um talento especial para atrair as pessoas. Vive rodeada de amigos, mas tem a mania de querer que tudo seja como deseja. Conseguirá ótimas oportunidades como atriz, dançarina, modelo, cantora, etc.&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5m1q1pk9qANMBhle5Mag6c7ZH2bZd5x0z232Ek-D-jrkPBzl-cqkuOEnnYkEAP7o8"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut7AOl_USfdGOhPNqVovJVQo549hQQ6R8qn-nZER7slril_SWgpk2MYLJg_5Xy5jK_8" align=left border=0 height=221 width=240&gt;&lt;/a&gt; SINO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionado ao signo de virgem (23/08 a 22/09). A pessoa sob esta influência é bastante organizada, ambiciosa, e supera sempre as suas próprias expectativas. Acha que a vida é para ser aproveitada nos mínimos detalhes, porém, com consciência e sem exageros. Muito inteligente, analisa e critica tudo o que está ao seu redor. Dá-se bem a trabalhar em administração. &lt;p&gt;  &lt;p&gt;  &lt;p&gt; &lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5OD8_e65W0MMjfQAiCNmWBLH7bbSYeqeZndPfuUND_35qf48rT0T2wzkcpJi4FOlY"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4JWYiqDE4CgEoatR8qfjJK5azPpRccH3fi2L3gOsMO6EKA073ZTDxKsm_paPAPz6A" align=left border=0 height=159 width=240&gt;&lt;/a&gt; MOEDA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionado ao signo de libra (23/09 a 22/10). Ela é associada ao equilíbrio e à justiça, também relacionada à riqueza material e espiritual, que é representada pela cara e coroa. Para os ciganos “cara” é o ouro físico e “coroa” o espiritual... &lt;p&gt;  &lt;p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4iUsMUxkdMrtbbH2fq_p9xF0kM0Zn-DbDwzeByV9a4gIU95e3s0P9e2siCFrL74_o"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5Wr2qnNm7YmsCBf6m_ccH-M4NA2D1Y4H2svrneltJZgYid7456HT8KGsxKZnv2CS4" align=left border=0 height=180 width=240&gt;&lt;/a&gt; ADAGA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada ao signo de escorpião (23/10 a 21/11). A adaga é entregue ao cigano quando ele sai da adolescência e ingressa na vida adulta. Por isso, é associada também à morte, ou seja, às mudanças necessárias que a vida nos oferece para crescermos. A pessoa sob esta influência tem um temperamento forte e enigmático, torna-se irresistível e respeitada. Possui uma mente analítica, percebendo tudo o que está ao seu redor. Procura sempre aprofundar-se no que está à sua volta, seja no amor ou no trabalho. Ama de maneira sensual e arrebatadora. &lt;p&gt; &lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut61hiImWcu6jzFpmZiBxPgfcPoEdzZojYjG6FHEtsJ2B82QxgHHrFrISMEp15q3kJo"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut7z8dA7VXQfnCM_yR5XVAnCXeEExMi3-55pRDd9qeevgAOZZvAHWrMA1e6eKvacNu4" align=left border=0 height=180 width=240&gt;&lt;/a&gt; MACHADO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionado ao signo de sagitário (22/11 a 21/12). Simboliza a guerra e a destruição, mas também a dignidade, o trabalho honesto e a realização. Para os maçons, representa a revelação dos mistérios ocultos. O machado é o destruidor de bloqueios e barreiras. Ele também simboliza a liberdade, pois rompe com todos os obstáculos que a natureza impõem. A pessoa sob esta influência tem a liberdade como preferida. Aventureira, jamais permanece parada num só lugar. É como o vento, que tudo toca, em tudo está, mas em nada fica. Otimista, até as dores para si são sinais de alegria. Apaixona-se e desapaixona-se facilmente. Dá-se bem com trabalhos sem rotinas em que possa aprender sempre.&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut6rNHHMF_bhGFKlh-O7E5wHmCRg_iWsc0cZNcXBM5ge-Ai_f7rfM-R8wPsEuVZes08"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4lDGNHewrh-MGfe3R-Xh9nuAFn8YysXrr_JnBYM_RY-X2U-GWZ23Xbb05krqDgSuY" align=left border=0 height=192 width=240&gt;&lt;/a&gt; FERRADURA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada com o signo de capricórnio (22/12 a 20/01). A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm a ferradura como um poderoso talismã, que atrai a boa sorte e a fortuna, e afasta o azar. A pessoa sob esta influência tem bom senso, às vezes até se torna séria demais. Tem, então, de se soltar um pouco mais. Raramente, confia em alguém. Procura amores estáveis e concretos. Pretende casar e ter filhos. É completamente familiar, ama os poucos amigos que tem e dedica-se profissão. &amp;quot;Dizem&amp;quot; que jamais uma ferradura deve ser usada com as pontas para baixo! &lt;p&gt; &lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a style="font-weight:bold" href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5N6SwGqVLKh0X0UXwWMnmwrQ9zSHmJSUfhZbYp280e2f_qSU4iVZCWa8882u9VzZk"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5DDR6pOxbn83C50aqLJIbdKeCDhwmxjV4fS53rI5y6ydy2rbG-TnVmFJJVsfU1vic" align=left border=0 height=240 width=240&gt;&lt;/a&gt; TAÇA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionada ao signo de aquário (21/01 a 19/02). É união e receptividade, pois qualquer líquido cabe nela e adquire a sua forma. Tanto que, no casamento cigano, os noivos tomam vinho numa única taça que representa valor e comunhão. A pessoa sob esta influência sente uma grande preocupação com os assuntos à sua volta. Inteligente, humana, inquieta, tem vários amigos sinceros. Original, está sempre a inovar. Vive em busca da felicidade. No amor, aprecia a sinceridade e a fidelidade. &lt;p&gt;  &lt;p&gt; &lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut50ifCO_zP0ajbSOI09WbTTz3NS0JKPXaP_LRp7zim05iR-oNH59F4So_Z_uB-eMRo"&gt;&lt;img style="border:0px none" src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut51TqgmKEtQpQaeMo_2lTLMryQqV5J0ebL0e_3-XxTiaPKtEpYKFUa1DaZ3oUI1GsA" align=left border=0 height=190 width=240&gt;&lt;/a&gt; CAPELA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Está relacionado ao signo de peixes (20/02 a 20/03). Representa o grande Deus. É sinal de religiosidade e fé. É o local onde todos entram em contato com o seu Deus interior e onde desperta a força e o amor. A pessoa sob esta influência é emotiva, sensível, leal, justa, espiritualizada e sonhadora. É o próprio amor encarnado. Ama cegamente e, às vezes, desilude-se. É romântica e carinhosa. Quanto ao trabalho, gosta de tudo o que se relaciona com ajudar o próximo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+S%c3%admbolos&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><category>Bruxaria</category><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1059.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1059.entry</guid><pubDate>Fri, 13 Jun 2008 16:46:23 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1059/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1059.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-06-13T16:52:30Z</dcterms:modified></item><item><title>53 Dicas para você Economizar Energia e Proteger o PLaneta</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1033.entry</link><description>&lt;p&gt; &lt;p&gt;Parece repetitivo,mas o que à 10 anos era uma EcoChata, hoje éuma pessoa Verde.&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut6XHgsm4psvOhL4mJ2k1amspHj-_sU_9XFxMXZDL6ux05dluSxkWpdKug0sdn-3n0A"&gt;&lt;img style="border-right:0px;border-top:0px;margin:0px;border-left:0px;border-bottom:0px" height=250 src="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut4b-lcShN4jDOtZ5v4q_nRn4Ya9feiWoEtQqK0JflWKOWFmXZ3q12VTRG4FJcklMqs" width=189 align=right border=0&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Tampe suas panelas enquanto cozinha.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Parece obvio, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Use uma garrafa térmica com água gelada.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros.&lt;br&gt;Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo d'água. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Acredite... dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc... Muito mais rápido e economizando 70% de gás. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Cozinhe com fogo mínimo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Se você não faltou às aulas de .física no 2º grau você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum.&lt;br&gt;Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Evite o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Coma menos carne vermelha.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa.&lt;br&gt;Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne&lt;br&gt;vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1kg de carne vermelha é necessário 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. Não troque o seu celular.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer zé mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida,&lt;br&gt;mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento.&lt;br&gt;Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. Compre um ventilador de teto.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;9. Use somente pilhas e baterias recarregáveis.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;10. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;11. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente.&lt;br&gt;Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;12. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados). &lt;p&gt;&lt;strong&gt;13. Não deixe seus aparelhos em standby.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;14. Mude sua geladeira ou freezer de lugar&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito. mais energia para compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15 cm das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis&lt;br&gt;para secar atrás deles então, nem pensar! &lt;p&gt;&lt;strong&gt;15. Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;16. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos.&lt;br&gt;Só o detergente já resolve. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;17. Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais energia elétrica. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;18. Tome banho de chuveiro.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;19. Use menos água quente.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;20. Pendure ao invés de usar a secadora.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;21. Nunca é demais lembrar: recicle.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Recicle no trabalho e em casa. Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel). &lt;p&gt;&lt;strong&gt;22. Faça compostagem.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;23. Reduza o uso de embalagens.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;24. Compre papel reciclado.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;25. Utilize uma sacola para as compras.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;26. Plante uma árvore.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida.&lt;br&gt;Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;27. Compre alimentos produzidos na sua região.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;28. Compre alimentos frescos ao invés de congelados.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;29. Compre orgânicos.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura 'tradicional'? Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;30. Ande menos de carro.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;31. Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível.&lt;br&gt;Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;32. Mantenha seu carro regulado.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de&lt;br&gt;veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;33. Lave o carro a seco.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;34. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;35. Use o telefone ou a Internet.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar?&lt;br&gt;Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;36. Voe menos, reúna-se por videoconferência.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais.&lt;br&gt;E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;37. Economize CDs e DVDs.&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)?&lt;br&gt;Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;38. Proteja as florestas.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Por anos os ambientalistas foram vistos como 'eco-chatos'. Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;39. Considere o impacto de seus investimentos.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O dinheiro que você investe não rende juro sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;40. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim? &lt;p&gt;&lt;strong&gt;41. Desligue o computador.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;42. Considere trocar seu monitor.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo?&lt;br&gt;Doe as instituições como o Comitê para a Democratização da Informática. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;43. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;44. Não permita que as crianças brinquem com água.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;45. No hotel, economize toalhas e lençóis.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Use o bom senso... Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia?&lt;br&gt;Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia.&lt;br&gt;Trocar uma vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençois, a não ser que você mije na cama... &lt;p&gt;&lt;strong&gt;46. Participe de ações virtuais.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore , que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja! &lt;p&gt;&lt;strong&gt;47. Instale uma válvula na sua descarga.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1! &lt;p&gt;&lt;strong&gt;48. Não peça comida para viagem.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;49. Regue as plantas à noite.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;50. Freqüente restaurantes naturais/orgânicos.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;51. Vá de escada.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;52. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses - e de todo o planeta - sejam&lt;br&gt;atendidos. &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;53. Divulgue essa lista!&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=4708753900421829527&amp;page=RSS%3a+53+Dicas+para+voc%c3%aa+Economizar+Energia+e+Proteger+o+PLaneta&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=cassiafiletti.spaces.live.com&amp;amp;GT1=cassiafiletti"&gt;</description><comments>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1033.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1033.entry</guid><pubDate>Wed, 21 May 2008 12:38:43 GMT</pubDate><slash:comments>1</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://cassiafiletti.spaces.live.com/blog/cns!4158DAB97160D397!1033/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1033.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2008-05-21T12:38:43Z</dcterms:modified></item><item><title>Declaração dos Direitos Sexuais</title><link>http://cassiafiletti.spaces.live.com/Blog/cns!4158DAB97160D397!1028.entry</link><description>&lt;p&gt; &lt;h3&gt;&lt;b&gt;Declaração dos Direitos Sexuais&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://tkfiles.storage.msn.com/y1p-rBDYl0fut5iGdMK0Ii8VMYcLr0HfK3R2dedABjVdmDdXX5CrmXY3og-vBI2jMoIfSr